Roma antiga
Organização Social
Organização social (até ao aparecimento da cidade)
Família – tinha por chefe supremo – o Pai (Pater Famílias) , detentor do Patria Potestas, o domínio universal e indivisível sobre a esposa (Mater Familias) , filhos, escravos (servi) , animais e casa., em suma era o único proprietário do «heredium» – terras da família. Com a morte do pai, era obrigação religiosa a transmissão deste direito ao primogénito legítimo (Filius) que tomava a seu cargo a família, enquanto que os seus irmãos (Liberi) se tornavam livres...
Gens – era o resultado de várias famílias com o antepassado comum.
Cúria – «pequena sociedade modelada sobre a família», com o seu chefe – «curião» e as suas assembleias curiais.
Tribo – resultava da união de várias cúrias com o seu deus próprio, o seu chefe – tribuno – e os seus comícios tribuais.
Cidade – união de várias tribus com um exército próprio, divindades nacionais, instituições políticas que lhe dão consciência própria para um destino comum. Obedecem a um chefe – o Rei.
Organização social (com o aparecimento da cidade)
Patrícios – eram os membros activos do Estado, os únicos que podiam ascender às magistraturas e ao sacerdócio, e o seu casamento «Confarreatio» dava-lhes direitos religiosos e civis. Descendiam das – gentes – primitivas.
Plebeus – componentes da multidão romana sem laços entre si como os patrícios ou clientes. Não tinham quaisquer direitos; o seu casamento era chamado – «Cohabitatio».
Clientes – eram romanos de condição inferior ligados aos patrícios (seus patronos) por laços hereditários de obediência.
Escravos – autênticos miseráveis, tratados como objectos e não como seres humanos, eram o fruto das guerras.
Organização Política
A história política de Roma está dividida em três períodos: Monarquia ou Realeza (753-509 a.C.), República (509-27 a.C.) e Império (27 a.C.-476 d.C.). Cada período da história romana possui características próprias, que demonstram a evolução socioeconômica e política dessa sociedade.
Organização Econômica
Na Roma antiga, a agricultura era a atividade econômica fundamental, diferente de outros povos da época, que preferiam dar maior importância ao comércio e ao artesanato.Mas isso se deve, em parte, à geografia favorável da península Itálica, que, ao contrário das terras da Grécia, por exemplo, permitia o trabalho agrícola em grande escala.
Alguns especialistas recentes acreditam que Roma se tenha formado a partir de uma aldeia de agricultores e pastores. Inicialmente, a terra era utilizada de forma comunitária, com base em grupos de famílias chamados clãs ou gens. Mas essa situação começara a mudar com a expansão de territórios e o crescimento econômico e populacional. As famílias mais antigas e poderosas, que possuíam terras mais férteis, passaram a apropriar-se de terras que até então eram públicas.
Num processo de ocupação de terras, os romanos chegaram numa situação em que, de um lado, havia os grandes latifundiários que concentravam todos os poderes políticos das regiões e, de outro, os pequenos proprietários que, sem direitos de manifestação e de representação, viam-se arruinados pela contínua perda de suas próprias terras. Isso causou desequilíbrios sociais e, durante vários séculos, conflitos.
Moeda da Roma Antiga
As moedas romanas, em circulação durante a maior parte da República e do Império Romano do Ocidente, incluíam o áureo (aureus, em latim), de ouro; o denário (denarius), de prata; o sestércio (sestertius), de bronze; o dupôndio (dupondius), de bronze; e o asse (as), de cobre. Estas denominações foram utilizadas de meados do século II a.C. até meados do século III d.C.
Lingua
A ligua Falada pelos Romanos era o Latim.
Localização
Roma localiza-se na Península Itálica ou Península Apenina.é uma região de solo fértil, que é uma continuação da Europa Central, prolongada até o mar Mediterrâneo. Na Itália havia várias divisões de regiões que eram habitadas por diferentes povos. Em uma dessas regiões( Lácio), foi fundada Roma. Essa cidade se tornaria muito poderosa, ia expandir seus domínios , se tornaria um vasto Império e controlaria o mundo antigo.
Roma Atual
Organização Social
A conquista dos plebeus. As principais instituições políticas da República eram, portanto, o Senado, a magistratura (desempenhada pelos cônsules) e os comícios curiatos e centuriatos. Mas somente os patrícios podiam ser senadores, cônsules e membros dos comícios curiatos. Os plebeus tinham acesso unicamente aos comícios centuriatos, criados por Sérvio Túlio. Nessas assembléias tinham direito de participação todos os cidadãos que serviam ao exército, o que incluía tanto plebeus quanto patrícios. Os plebeus tinham, assim, uma participação ínfima na vida política romana. Por isso, nos duzentos anos seguintes à criação da República, eles lutaram insistentemente pela ampliação de seus direitos.
Os plebeus não eram, entretanto, um grupo social homogêneo. Embora a maioria fosse pobre, existiam plebeus muito ricos. Na luta contra os patrícios, enquanto os pobres exigiam leis escritas, abolição da escravidão por dívidas e distribuição de terras, os ricos reclamavam uma lei que permitisse o casamento entre patrícios e plebeus e o acesso às magistraturas. Ao longo de duzentos anos, com muita luta, os plebeus atingiram seus objetivos. O primeiro passo foi a conquista de um órgão político de defesa de seus interesses, o tribunato da plebe. Essa conquista ocorreu depois que os plebeus ameaçaram criar, em 494 a. C ., uma sociedade plebéia separada da dos patrícios, nas vizinhanças de Roma.
Os tribunos da plebe, a princípio dois e mais tarde dez, eram considerados sacrossantos, isto é, invioláveis. Fazer ameaças ou resistir a eles pela força era considerado um sacrilégio. Os tribunos tinham o direito de intercessio, o que significava poder socorrer o cidadão ameaçado por um magistrado e interceder para anular atos ou decisões que julgassem prejudiciais aos plebeus. Podiam também reunir a assembléia da plebe e fazer votar o plebiscito, que tinha o valor de lei para os plebeus. Por volta de 450 a.C., depois de uma revolta plebéia, uma comissão de dez membros (decênviros) publicou pela primeira vez um código de leis válido para todos a. Em 445 a.C., com a Lei de Canuleio, foi autorizada a união matrimonial entre patrícios e plebeus. Mas no ano seguinte, com o fim de impedir que os plebeus conseguissem o direito de se tornar cônsules, essa magistratura foi abolida pelos patrícios.
O consulado, entretanto, foi restabelecido em 366 a.C., e o acesso a ele foi permitido aos plebeus pelas Leis de Licínio e Sextio, ambos tribunos da plebe. Foram ainda criadas duas novas magistraturas (funções políticas) – a dos pretores e a dos censores –, reservadas com exclusividade aos patrícios e às quais foi transferida parte dos poderes do antigo consulado. Os plebeus, contudo, continuaram sua luta, exigindo acesso a todas as magistraturas, o que lhes foi concedido em 300 a.C. Por fim, em 286 a.C., através da Lei Hortênsia, os plebiscitos tornaram-se leis válidas também para os patrícios. A partir de então passou a ocorrer o comício das tribos ou assembléia tribal, com a participação de patrícios e plebeus. Em 326 a.C., outra medida importante abolira a escravidão por dívidas que pesava sobre os plebeus empobrecidos.
3. As instituições políticas da República. Apresentamos a seguir um esquema dos principais órgãos de governo, das relações que mantinham entre si e de seu funcionamento. Em seguida, descreveremos as funções de cada um.
Os comícios elegiam os magistrados. Estes ingressavam no Senado, após cumprir o mandato de magistrado. O Senado aconselhava os magistrados. Senatus consultum (“decreto”) era o nome dado às decisões do Senado. Além de reunir e presidir os comícios, os magistrados propunham as leis, que os comícios votavam. Os comícios ou assembléias curiatas, reunidos por cúrias, segundo a tradicional organização gentílica, tornaram-se meras formalidades em meados do século III (250 a.C.). Também perderam força os comícios centuriatos. Ao longo do tempo destacou-se o comício das tribos ou assembléia tribal.
Organização Política
A fundação da República
1. A reorganização dos poderes na República. Vitoriosos, os patrícios fizeram algumas modificações nas instituições de poder. O Senado e os comícios curiatos e centuriatos permaneceram como estavam. Mas o poder antes exercido pelo rei foi dividido e entregue a dois cônsules, que permaneciam apenas um ano no cargo. Desse modo, os patrícios tentaram eliminar o risco de retorno da Monarquia.
Economia
O turismo possui um papel vital na economia de Roma, dado o status da cidade como um dos mais famosos e mais conhecidos destinos turísticos do mundo. A cidade é também um centro bancário e financeiro, embora já ultrapassado por Milão. Outras atividades de destaque são o marketing e a moda (roupas de griffe).
Atualmente, Roma dispõe de uma economia diversa e dinâmica concentrada, sobretudo, em inovações, tecnologias, comunicações, e no sector de serviços. A capital produz cerca de 6,5% do PIB (mais do que qualquer outra cidade no país) e mantém o seu crescimento a uma taxa superior às restantes. A cidade é também um importante centro financeiro, editorial, de seguradoras, moda, indústria de alta tecnologia, cinema (particularmente nos estúdios da Cinecittà — cidade do cinema — jocosamente chamada de "Hollywood do Tibre") e tecnologia aeroespacial.[carece de fontes?]
Muitas empresas escolheram Roma para fixar a sua sede internacional, bem como para sediar vários ministérios do governo, centros de conferências, eventos desportivos, museus, geralmente em zonas projectadas para isso mesmo: a E.U.R., projectada para dar lugar à Exposição Universal de Roma; em Torrino, mais a Sul da E.U.R., a Magliana, o Parco de' Medici-Laurentina, e o conhecido vale Tiburtina, ao longo da antiga Via Tiburtina.
Moeda
Roma é a capital da Itália. A Itália, como país, faz parte da União Européia e portanto usa o EURO
como sua moeda corrente.
Língua Falada
A língua Oficial de Roma ainda continua sendo o Latim.
Trabalhos Escolares
Este blog foi criando com um fim de postar trabalhos realizados por Otavio Marques e Paulo Sergio da E.E.Padre Constantino do Monte da cidade de Maracaju Ms.
segunda-feira, 30 de maio de 2011
segunda-feira, 14 de março de 2011
A Ocupação Humana no Mato Grosso do Sul
A ocupação humana da região do atual Mato Grosso do Sul remonta a 11 mil anos (ocupação pré-colonial) por ameríndios (ancestrais dos índios modernos) organizados em bandos nômades de caçadores/coletores/pescadores. Paulatinamente foram se estabelecendo na região vários grupamentos humanos dentre os quais encontram-se etnias contemporâneas à colonização ibérica.
De: Otavio Marques e Paulo Sergio
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